Marie Curie foi uma grande cientista que ajudou na evolução dos estudos e entendimento humano sobre a radioatividade, ela acabou morrendo devido ter se exposto durante a sua vida a muita radiação. Ela dedicou sua vida pelo bem da ciência e morreu para que tratamentos radioterápicos pudessem salvar a vida de muitos. (Comentário do Escriba Valdemir Mota de Menezes)
MARIE CURIE E A RADIOATIVIDADE por Escribavaldemirportugues
In this blog I try to collect information about chemistry and show how God has established laws and boundaries among the substances that make up our universe. God is present in the microworld of atoms and molecules.(By Theologien Valdemir Mota de Menezes)
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
LAVOISIER E FARADAY
LAVOISIER E FARADAY por favoritosescribavaldemir
Estes dois quimicos desempenharam um papel importante na evolução científica. Graças as suas pesquisas, a humanidade deu um salto gigante da superstição da alquimia para a ciência da Química. (Valdemir Mota de Menezes)
terça-feira, 28 de maio de 2013
CARBURETO DE CÁLICO
Valdemir Mota de Menezes, leu e gostou desta matéria.
FONTE:
http://georgequimica.blogspot.com.br/2010/04/tudo-sobre-o-carbeto-de-calcio-e-o-gas.html
Carbeto de cálcio, popularmente chamado de carbureto de cálcio e muitas vezes apenas como "carbureto", é o composto químico com a fórmula CaC2. O material é incolor, mas muitas amostras apresentam protuberâncias pretas a branco-acinzentadas, dependendo do grau de pureza. Seu principal uso industrial é na produção de acetileno.
Carbeto de cálcio é produzido industrialmente em um forno de arco elétrico carregado com uma mistura de cal e carvão a aproximadamente 2000 °C. Este método não tem sido mudado desde sua invenção em 1888:
CaO + 3C → CaC2 + CO
Produção de acetileno
CaC2 + 2H20 => Ca(OH)2 + C2H2 Carboneto de Cálcio+Água=Hidróxido de Cálcio+Acetileno
O acetileno, conhecido pela nomenclatura IUPAC por etino, é um hidrocarboneto da classe dos alcinos. É o alcino mais simples, constituido por dois carbonos e dois hidrogênios (C2H2) . Os dois átomos de carbono estão ligados através de uma tripla ligação.
É um gás incolor, de odor desagradável que se liquefaz à temperatura de -83 °C e solidifica a -85 °C. É muito instável; sob pequenas compressões se decompõe com muita facilidade liberando energia. É armazenado em cilindros de aço, sob pressão, dissolvido em acetona.
O acetileno foi descoberto por Edmund Davy em 1836 na Inglaterra. Berthelot foi o primeiro a sintetizá-lo através de um arco voltaico produzido entre eletrodos de grafite envolvidos numa atmosfera de hidrogênio:
2 C + H2 → C2H2
Os alcanos maiores do petróleo e gás natural são quebrados (através de craqueamento) em moléculas menores. Estas moléculas são desidrogenadas em elevadas temperaturas.
C2H6 → C2H2 + 2 H2
Um processo em ascendência atualmente devido às novas tecnologias em catalisadores e as pesquisas na área.
É o mais importante dos alcinos devido a sua reação extremamente exotérmica com o oxigênio, liberando aproximadamente 308 kcal por mol[3]:
C2H2 + 5/2 O2 → 2 CO2 + H2O + 308 kcal
Devido a sua queima extremamente exotérmica, é usado em larga escala na solda autogênica, no corte de metais por maçarico, na fabricação de objetos de vidro e em diversos processos que requeiram altas temperaturas. No maçarico oxiacetilênico obtem-se temperaturas de 2500 a 3000°C.[3]
Dentre suas aplicações na indústria química como matéria-prima, encontra-se a síntese de centenas de compostos, dentre os quais os mais destacados são o etileno, o etanol, diversos compostos organoclorados, especialmente solventes como o clorofórmio e o ácido acético. É utilizado também na produção de borracha sintética e polímeros
sexta-feira, 12 de abril de 2013
IODO RADIOATIVO
Rev Assoc Med Bras 2006; 52(4): 187-201
O iodo radioativo tem sido, há mais de 50 anos, usado no
tratamento de adultos portadores de doença de Graves.
Porém, este uso tem sido evitado em crianças e adolescentes
por muitos endocrinologistas, com receio da possibilidade de
aparecimento de leucemia e câncer da tireóide. Alguns autores
detalharam os resultados do seguimento de 116 pacientes com
menos de 20 anos de idade (3,7 a 19,9 anos) e que foram
tratados com iodo radioativo.
No seguimento de cerca de 30 anos, nenhum caso de
leucemia ou de câncer da tireóide foi registrado. No início,
como o objetivo era alcançar um estado de eutireoidismo, as
doses do iodo utilizadas eram muito baixas tornando, muitas
vezes, necessário um novo tratamento. Posteriormente, foram
utilizadas doses maiores, o que levou todos os pacientes a um
quadro de hipotireoidismo, com exceção de dois deles. As
pacientes que engravidaram não apresentaram aumento do
número de anomalias congênitas nem abortos espontâneos,
comparados à população geral. Estes resultados levaram os
autores a concluir que o tratamento da doença de Graves com
radioiodo mostrou-se seguro e eficaz a longo prazo.
Comentário
O receio dos efeitos adversos do radioiodo em crianças com
doença de Graves faz com que muitos médicos prolonguem
durante anos o tratamento medicamentoso da doença. O trata-
mento clínico pode mostrar-se desapontador, não levando à
remissão da doença, ao lado do considerável número de efeitos
colaterais provocados pelas drogas antitireoideanas. O tratamento
cirúrgico, opção considerada boa quando nas mãos de um cirur-
gião hábil, tem um custo maior (cirurgia, cicatriz). Consideramos
que um tratamento medicamentoso deve ser tentado, pois o
quadro pode mostrar remissão em um ou dois anos. Se isso não
ocorrer o radioiodo é uma boa opção pela experiência já registrada
em um tratamento que tem uma história de mais de 50 anos.
Uma pesquisa científica sempre procura resposta a uma
indagação. Em medicina, a resposta obtida para esta indagação
tem que ser reprodutível para ser crível. Somente após diversos
investigadores, em diferentes lugares, realizarem uma mesma
pesquisa, pode-se fazer uma generalização da resposta. Aí,
então, as conclusões são postas em prática.
Mas um problema pouco discutido pela comunidade cien-
tífica envolve certas perguntas que são repetidas inúmeras
vezes, mesmo quando a resposta já é conhecida ou deveria sê-
lo
1
. Esta repetição significa, no mínimo, uma perda de dinheiro
e de tempo. Pior do que isso, tais repetições podem ser
antiéticas, pois podem custar vidas. Alguns estudos recentes
mostram exemplos marcantes da repetição supérflua de inves-
tigações e suas conseqüências.
Recente artigo de autores canadenses faz uma apreciação
que abrange 18 anos de pesquisa sobre a aprotinina, um
fármaco usado para reduzir o sangramento durante cirurgias
cardíacas
2
. Os autores levantaram 64 artigos randomizados,
publicados a partir de 1987, distribuídos por 12 países.
Dois terços deste total eram variações sobre uma mesma
questão. E quase todos indicaram que os pacientes que recebiam
aprotinina sangraram menos. Esta vantagem se tornou evidente
em junho de 1992, após o 12º estudo. Os autores desta revisão
afirmam que os pesquisadores não teriam justificativa para fazer
estudos posteriores se considerassem toda esta produção
científica anterior, particularmente os estudos de revisão de tipo
metaanálise. Eles deduzem, portanto, que os autores não
fizeram uma revisão cuidadosa de tudo que fora publicado
previamente. Nos 64 artigos, os pacientes foram distribuídos de
forma randômica para receber aprotinina ou placebo. Em geral,
não houve diferença na mortalidade entre os dois grupos, mas
os que receberam o fármaco sangraram menos.
Revisão sistemática conduzida por Gilbert et al. destaca o
potencial aumento da mortalidade devido à repetição indevida
das pesquisas, ao abordar o problema da morte súbita na
infância, ou síndrome da morte no berço, que atinge crianças
com até um ano de idade e que vêm a falecer sem uma causa
demonstrável
3
.
No passado, com receio de vômito seguido de aspiração, as
mães eram aconselhadas pelos pediatras a colocar os bebês
pequenos em decúbito prono durante o sono. Esta afirmação
não possuía uma base científica. Diversos estudos comprova-
ram que este decúbito aumentava sete vezes o risco de morte
súbita. Uma compilação dos estudos feitos até 1970 teria
tornado evidente a enorme diferença de riscos, mas os estudos
observacionais continuaram a ser feitos até o início da década de
90. Nesta década, foram encetadas campanhas oficiais, em
alguns paises desenvolvidos, a favor da indicação da posição
supina. Entre 1970 e os anos 90, milhares de crianças teriam
sido poupadas da morte no berço se houvessem sido correta-
mente considerados corretamente os estudos sobre o decúbito
para o sono do recém-nascido e pequeno lactente
3
.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
QUÍMICA E DEUS
Neste video o Escriba Valdemir Mota de Menezes faz uma reflexão sobre os elementos químicos e como as maravilhas de deus se manifestam em coisas simples da natureza quimica. Uma vaca preta come capim verde e produz leite branco. Você pode ver milagres da ordem divina neste quadro descritivo????
sexta-feira, 11 de maio de 2012
ALTERAÇÃO DE NOX
PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
Reação química com alteração de nox
Material
• palha de aço
• água sanitária
• prato fundo
• pinça
Procedimento
Coloque um pedaço de palha de aço aberta no prato e cubra com água sanitária.
Deixe o sistema em repouso durante 10 minutos e, depois, com o auxílio da pinça, remova cuidadosamente a palha de aço.
Você poderá observar que, no fundo do prato, apareceu uma nova substância de cor avermelhada, cuja fórmula é Fe2O3. A reação que originou esse composto ocorreu entre o ferro e o hipoclorito de sódio (NaClO), presente na água sanitária, e pode ser representada pela seguinte equação não balanceada, que mostra uma reação de oxi-redução
Fe + NaClO → Fe2O3 + NaCl
1. Escreva a equação balanceada da reação.
2Fe + 3NaCl → Fe2O¬3 + 3NaCl
2. Qual o nox do ferro nos compostos mencionados?
Fe(reagente) Nox = 0; Fe(produto) ¬Nox = +3
3. Qual o nox do cloro nos compostos mencionados?
Cl(reagente) Nox = +1; Cl (produto) Nox = -1
4. Quais os elementos cujos nox não variam?
Na e O
5. Sabendo que a variação do nox de cada átomo de ferro corresponde à perda de 3 elétrons, determine a quantidade de elétrons recebidos por átomo de cloro na reação.
Cada átomo de cloro nesta reação irá receber dois elétrons, porque o Nox dele no reagente era +1 junto com o Na para cancelar a carga do O. Ele passou de +1 para -1, ou seja, ele ganhou dois elétrons.
6. Indique os agentes oxidante e redutor.
Agente redutor é quem oxida, no caso o Fe, e o agente oxidante é quem reduziu, no no caso o Cl.
Reação química com alteração de nox
Material
• palha de aço
• água sanitária
• prato fundo
• pinça
Procedimento
Coloque um pedaço de palha de aço aberta no prato e cubra com água sanitária.
Deixe o sistema em repouso durante 10 minutos e, depois, com o auxílio da pinça, remova cuidadosamente a palha de aço.
Você poderá observar que, no fundo do prato, apareceu uma nova substância de cor avermelhada, cuja fórmula é Fe2O3. A reação que originou esse composto ocorreu entre o ferro e o hipoclorito de sódio (NaClO), presente na água sanitária, e pode ser representada pela seguinte equação não balanceada, que mostra uma reação de oxi-redução
Fe + NaClO → Fe2O3 + NaCl
1. Escreva a equação balanceada da reação.
2Fe + 3NaCl → Fe2O¬3 + 3NaCl
2. Qual o nox do ferro nos compostos mencionados?
Fe(reagente) Nox = 0; Fe(produto) ¬Nox = +3
3. Qual o nox do cloro nos compostos mencionados?
Cl(reagente) Nox = +1; Cl (produto) Nox = -1
4. Quais os elementos cujos nox não variam?
Na e O
5. Sabendo que a variação do nox de cada átomo de ferro corresponde à perda de 3 elétrons, determine a quantidade de elétrons recebidos por átomo de cloro na reação.
Cada átomo de cloro nesta reação irá receber dois elétrons, porque o Nox dele no reagente era +1 junto com o Na para cancelar a carga do O. Ele passou de +1 para -1, ou seja, ele ganhou dois elétrons.
6. Indique os agentes oxidante e redutor.
Agente redutor é quem oxida, no caso o Fe, e o agente oxidante é quem reduziu, no no caso o Cl.
OXIDAÇÃO E REDUÇÃO
Objetos de Prata tendem a se oxidar.
Na reação de oxidação ocorre a perda de elétrons, enquanto a reação de redução consiste em ganhar elétrons.
A Oxidação pode ocorrer em três circunstâncias: quando se adiciona oxigênio à substância, quando uma substância perde hidrogênio ou quando a substância perde elétrons. Exemplo: as saladas de frutas tendem a se escurecer quando entram em contato com o ar, isso porque o oxigênio age promovendo a oxidação das frutas. Uma dica para que isso não ocorra é adicionar suco de limão ou laranja, pois a vitamina C presente nas frutas cítricas impede a ação oxidante do oxigênio sobre a salada.
A Redução, por sua vez, é o inverso e ocorre também de três maneiras: quando uma substância perde oxigênio, quando ganha hidrogênio ou quando ganha elétrons. Exemplo: quando o óxido de cobre (negro) é colocado em aparelhagem apropriada (câmara) para que ocorra sua redução, o gás hidrogênio entra em contato com o óxido de cobre super aquecido e, como resultado, ele perde oxigênio e vai aos poucos se tornando rosa, pois está sendo reduzido a cobre.
Reação de Óxidorredução: sabe-se que oxidação e redução ocorrem juntas na mesma reação química. Esse fenômeno recebe o nome de Reação redox ou Óxidorredução. Óxidorreduções são reações que transferem elétrons entre substâncias fazendo com que o número de oxidação (nox) de uma substância aumente enquanto o nox de outra substância diminui. Esse processo não deve ser confundido com as ligações iônicas (em que há transferência de elétrons de uma substância a outra) e sim como um processo de oxidação de uma substância e a redução de outra. Podemos dizer então que em uma reação a substância que perde elétrons e sofre oxidação é designada agente redutor enquanto a substância que ganha elétrons e sofre redução é designada agente oxidante.
Algumas dessas reações são muito úteis para a indústria. O ferro, por exemplo, é extraído pela combinação do minério de ferro com o monóxido de carbono (CO), num alto-forno. Nessa reação, o minério perde oxigênio para formar o ferro (Fe) e o CO recebe oxigênio para formar o CO2 (dióxido de carbono). A ferrugem é um dos resultados de uma reação redox, na qual o ferro se oxida e forma o óxido de ferro (ferrugem), e o oxigênio do ar é reduzido.
Outro exemplo de reação redox é o da prata em contato com o ar. Os objetos de prata tendem a perder seu aspecto brilhante com o passar do tempo, se tornando embaçados e com coloração escura. Esse fato ocorre porque os átomos de prata da superfície do objeto reagem com outras substâncias, como o oxigênio. Dizemos então que a prata se oxidou, ou seja, passou por uma reação de óxidorredução.
Por Líria Alves
Graduada em Química
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